Eu te amo!

May 8, 2019

Que situação ratifica o amor que você tem por outra pessoa?

Quando você descobriu que ama alguém?

Onde aconteceu o ferimento eterno causado pela flecha do cupido?

Quem é essa pessoa que, entre milhares, fez você perder os sentidos?

Por que é exatamente esse ser humano aí o merecedor de algo tão precioso?

Como você se deixou fisgar por esse sentimento?

Quanto você espera dedicar-se ao amor da sua vida sem se preocupar com nada?

Bom, se você é um profissional ligado à recursos humanos, psicologia ou mesmo, assim como eu, ao coaching, deve ter percebido que a sequência de perguntas trata-se de uma incrível ferramenta de análise comportamental, focada na construção de metas e objetivos, denominada 5W2H, um certo tipo de acrônimo de sete perguntas cujas iniciais vem da língua inglesa: What, Where, When, Who, Why, (5W), How e How Much, (2H), que significam, respectivamente, O Quê, Onde, Quando, Quem, Por Quê, Como E Quanto.

Essa técnica tem como objetivo fazer um ajuste mais fino do estado desejado de um cliente para que ele entenda que, a partir do conhecimento das expertises que ele já possui para a realização do intento, e de quais ele ainda não possui, ele possa, dessa maneira, traçar um plano de metas e construir um planejamento adequado para tal conquista.

Visa fugir daquilo que eu chamo de Síndrome da Alice no País da Maravilhas, que expõe o fato de que, se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve e, com isso, você acaba não tendo a mínima noção de quais habilidades devem ser utilizadas para esse fim.

É incrível o resultado que o 5W2H promove no caminho de alguém que se convenceu em dizer que está perdido.

O 5W2H olha para o futuro e constrói o que ainda não existe fazendo o coachee (termo que o coaching escolheu para denominar seu cliente) viver agora o sentimento que ainda vai sentir.

Mas talvez você já tenha ouvido a frase (ou talvez, não!) que diz que “O Mapa Não É o Território” e concluído que a vida não é o planejamento que vivenciamos, e sim as escolhas que fazemos e as estratégias dinâmicas que, suplementadas pelo livre arbítrio, são voláteis e fluidas, proporcionando-nos coisas novas a cada dia.

Dessa maneira, me sinto livre para usar a ferramenta do jeito e no tempo verbal que eu quiser, pois minha vida e a vida de ninguém pode ser enquadrada numa técnica, num perfil pré-determinado, num modismo ou em coisa alguma que não faça parte do rol das nossas escolhas.

Um processo de coaching, uma sessão de psicologia ou mesmo uma terapia quântica não podem ser medidas e nem alinhadas por um gesso que inibe a malemolência da essência humana.

Há sim de se planejar!

É fundamental conhecer e estruturar um trabalho terapêutico, como o nosso, entendendo e oferecendo ao cliente o melhor de nossa formação através da aplicação de técnicas e ferramentas.

Mas certa vez, um guru disse: seja você a ferramenta!

Entregue-se à pessoa que está a sua frente em pleno estado de espírito.

Construa todo o rapport que estiver ao seu alcance e, se achar conveniente, utilize os quadros, desenhos, alternativas e peça para preencher quadrinho, sei lá! Mas se tiver que ser apenas você e o outro, que seja!

Aí, você vai pensar quando chegar ao fim de uma sessão, que valeu a pena porque houve verdade e, quando você olhar para trás, poderá admirar a vida que você pode fazer.

Você poderá olhar pra frente e sentir o quanto será bom e saber que não será igual ao que foi planejado.

Será bom e muito diferente.

Agora, apenas sorria e saiba o que eu sei: eu te amo!

 

 

 

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